Quantas vezes, andando pelas ruas, parado no trânsito ou em cancelas de estacionamento você já recebeu algum tipo de panfleto, flyer ou filipeta?

E quantas vezes você foi realmente impactado pela mensagem da peça de marketing? De quantas marcas, dentre as que adotam essa tática, você se lembra? Quando foi a última vez que um panfleto te fez refletir sobre um assunto ou considerar efetuar uma compra?

Pois então pare pra pensar neste cenário. Se na vida offline a panfletagem, hoje, já não colhe frutos o suficiente, porque seria diferente nas redes sociais?

Se você, enquanto gestor, discorda dessa premissa e acredita que uma boa estratégia de social media não te faz falta, então, provavelmente o seu nicho de negócio ainda não foi atingido pelas tendências mais modernas do marketing e sua constante evolução. Mas acredite, essa onda mais cedo ou mais tarde irá chegar. E quanto antes você aprender a surfá-la, melhor.

Sentimentos e humanização

Mais do que entregar uma informação comercial, é preciso despertar sentimento em indivíduos. Por estarmos falando justamente de pessoas, não se pode pensar numa estratégia de gestão de social media que não faça valer a relação humana e pessoal entre público e marca.

Cada postagem precisa ser carregada de valor sentimental e humanidade, que faça o sujeito lembrar – seja pelo humor ou drama – de suas necessidades, dores, frustrações e medos.

É preciso então associar à marca, a figura real e factível de alguém (e não algo) capaz de dialogar e ajudar na solução de problemas. E esse impacto jamais será atingido com a frieza de preços promocionais desenhados em letras garrafais. Não venda produtos ou serviços, venda soluções.

Os algorítimos das redes

Caso ainda você não tenha se convencido, há também outro motivo para não lotar sua timeline com imagens cheias de chamadas gritantes sobre seus preços e benefícios: os algorítimos.

Algorítimo é um conjunto das regras e procedimentos lógicos que regem cada rede social. Ele trabalha para “limpar” o feed de tudo o que se mostre demasiadamente comercial ou desinteressante ao público.

Há, inclusive, no caso do Facebook, uma ferramenta capaz de identificar para o produtor de conteúdo se uma determinada imagem tem maior ou menor chance de receber mais alcance e, consequentemente, atenção das pessoas.

Em seu comunicado mais recente, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, deixou claro qual a nova principal preocupação da empresa. Quando fala em mudar o foco de “ajudar os usuários a encontrar conteúdo relevante” para “ajudá-los a encontrar interações sociais mais significativas”.

Ou seja, já não basta mais, para o Facebook e todo o guarda-chuva de redes que também abriga o Instagram, fornecer apenas conteúdo relevante. É preciso gerar relações relevantes!

Você acha realmente que sua estratégia de distribuir flyers virtuais vai te levar a algum lugar?

Pense nisso e fique ligado em mais dicas como essa por aqui, e também em nossa página no Facebook.

 

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